À celebração, feita na basílica paroquial de São Marcos, estavam presentes: o Prefeito da cidade e as Autoridades da Administração ‘comunal’; o Pároco, P. Gianfranco Caleffi; o autor da realização iconográfica, Ivan Cantoni; Representantes dos SDB e dos Ex-Alunos da Casa salesiana de Parma; uma numerosa e devota Multidão de rapazes, jovens e Fiéis.
O Postulador Geral da Família Salesiana, P. Enrique dal Cóvolo, presidiu a celebração e benzeu a escultura que representa o beato Artêmides Zatti e que no alto remata o altar.
O Bem-Aventurado Zatti, de pé com um rapaz descalço e pobre, é representado de avental, que alude à sua atividade de enfermeiro, farmacêutico, responsável e, depois, também fundador de uma notável estrutura de material, para dar assistência aos doentes. Traz na mão direita o Evangelho, para lembrar que o seu devotamente aos doentes e sofredores não brotou de um simples impulso altruístico, mas nasceu de um profundo espírito cristão e evangélico, sustentado não só pela fé mas também por um contínuo manuseio e meditação dos textos sagrados.
“Na elaboração do Projeto procurei interpretar e adaptar, ao caso concreto que tive de enfrentar, as indicações fornecidas pela Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, em matéria de imagens sagradas – disse o autor Ivan Cantoni –. Acho de fato que no momento em que um artífice deva criar uma obra para um lugar sacro, o fim principal do seu trabalho não pode ser tanto a expressão da própria sensibilidade individual, mas sim a transmissão, formal e tradicionalmente correta, dos conteúdos teológicos e devocionais ligados ao sujeito a ser representado”.
Quanto ao Bv. Artêmides Zatti, o seu dia era assim descrito: “Às 4h30 de pé. Meditação e Missa. Visita a todas as repartições do hospital de Viedma, por ele equipado e dirigido. Depois, de bicicleta, vai dar assistência aos doentes espalhados pela cidade. Depois do almoço, uma entusiástica partida de bochas com os convalescentes. Das 14h às 18, nova visita aos doentes. Até às 20h: atendimento na farmácia. Outro giro pela hospital. - Até às 23: estuda medicina. Enfim, leitura espiritual. Depois descanso, mas em permanente disponibilidade para o caso de que alguém o chamasse”.
Publicado em 25/03/2010