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Índia - Aluna da Escola Internacional Dom Bosco em Mumbai salva vizinhos de incêndio

27 agosto 2018

(ANS - Bombaim) - Fumaça, pânico, orações e gritos de socorro acordaram Zen Sadavarte, uma estudante de dez anos da Dom Bosco International School em Mumbai, na madrugada último 22 de agosto. A fumaça tomou conta de seu quarto e imediatamente seus pais levaram a menina e os outros membros da família para a cozinha, onde abriram a janela em busca de ar limpo para respirar. Mas não encontraram nada além de fumaça.

Um grande incêndio, no décimo segundo andar do prédio, vitimou quatro de seus vizinhos. Imediatamente a ajuda foi acionada e em poucos minutos ouviu-se o som das sirenes do carro de bombeiros. No entanto, logo ficou claro que as equipes de resgate, por conta própria, não poderiam ajudar todas as pessoas presas dentro do prédio. Quem os ajudaria? Quando? Como?

Uma grande ajuda veio de uma pessoa inesperada! A jovem Sadavarte não pensou duas vezes: rasgou suas roupas em pequenos pedaços e depois as molhou com água, como se fossem um tipo de purificador de ar para aplicar no nariz e manter o carbono afastado. Em seguida, a menina incitou os que estavam presos a fazer o mesmo e a colocar um pano úmido no corpo para manter a temperatura baixa. Suas instruções ajudaram as pessoas a suportarem a espera do resgate por parte dos bombeiro. Dois anos antes, Sadavarte havia realizado uma tabalho escolar sobre situações de perigo. Aquele foi um ano em que muitas catástrofes no mundo chamaram a atenção: o tsunami no Japão ou o furacão Katrina nos Estados Unidos. Por essa razão, Sadavarte perguntou a seu professor como se comportar em tais casos. "Por que você não faz uma pesquisa e explica a todos nós o que fazer no caso de um desastre?", respondeu o professor.

 A menina, então, estudou. Este conhecimento e a sua habilidade em manter a calma ajudaram a salvar sua família e seus vizinhos do fogo. Seguindo suas instruções, as vítimas ganharam um tempo precioso, até que os bombeiros conseguissem colocar todos em segurança. Os pais de Sadavarte e a escola onde ela aprendeu as técnicas de resgate estão realmente orgulhosos dela.

"Quando essas coisas acontecem, você se sente orgulhoso, porque sabe que é o resultado do trabalho que você faz na escola, junto com todos os funcionários", disse o reitor da escola, padre Crispino D'Souza.

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