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Estados Unidos – Mais uma Medalha à “lavadora espacial” do Dom Bosco de Verona no «Global Innovation Award 2019»

12 julho 2019

(ANS – San José) – O projeto “Wemit”, realizado pelos alunos do Instituto Dom Bosco, de Verona (Itália) – ou a ‘Lavadora Espacial’, como se foi popularmente chamando – foi julgada a segunda melhor invenção do ano, no Mundo, pelos jurados do Global Innovation Award”, Prêmio patrocinado pelas grandes empresas da Silicon Valley. O projeto, fruto do engenho do « iDB Tech-N-Logic Team », do ‘Dom Bosco’, de Verona, conseguiu mais um sucesso, depois do registrado em abril passado na competição mundial de ciência e robótica “FIRST* LEGO League World Championship”.

Depois da vitória dos mundiais de robótica obtida em 20 de abril de passado em Houston, Texas, na qual sobrepujou os 108 times finalistas com o máximo de pontos em todas as categorias (projeto científico, inovação, capacidade de apresentação, trabalho de equipe), neste novo concurso – o mais prestigioso em absoluto – os júris técnicos avaliaram a congruência técnico-científica, a factibilidade, a utilidade e a novidade da invenção, pensada para prover à lavação da roupa dos astronautas na ausência tanto de gravidade quanto de água.

Em poucas palavras, a passagem do campeonato mundial de robótica ao “Global Innovation Award” é de “projeto” a “invenção autêntica” prototipada.

As equipes concorrentes eram 40.000, e somente 20 em todo o mundo foram selecionadas para a final californiana, celebrada no dia 2 de julho passado, em São José.  Vencedores do concurso foram os «Franco Droid», equipe brasileira que engenhou uma solução a serviço das astronautas mulheres para evitar infecções na astronave; enquanto, ‘ex-aequo’ com a “lavadora espacial”, chegou o projeto “Growing Food”, de uma equipe estadunidense, do Maryland, relativo ao cultivo de verduras para astronautas.

O « iDB Tech-N-Logic Team» se compõe de cinco alunos e três alunas, do 4° Liceu Científico e das Ciências Aplicadas (Pietro Formenti, Pietro Fornalè, Beatrice Ligozzi, Alessio Montignani, Filippo Oliosi, Camilla Salvagno, Paolo Venturini e Maddalena Zuccato), guiados pelo Prof. Luca Zanetti, coadjuvado por mais dois professores (Anna Baruzzi e Andrea Materassi). O resultado – certamente devido ao gênio e ao empenho dos alunos – foi, claro, certamente favorecido pela impostação e pelo apoio da Escola, a qual pôs à sua disposição deles recursos humanos, ambientes e tecnologias, também fora dos normais horários de lição e dos tradicionais ‘curricula’ formativos ministeriais.

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