“Somos uma grande família com raízes de santidade – afirmou logo no início a Irmã Leslie del Socorro Sándigo, Conselheira Geral para a Família Salesiana das FMA – . Agradecemos por estes dias em que crescemos no sentido de pertença”. Está de acordo a Irmã Chiara Cazzuola, Madre Geral das Filhas de Maria Auxiliadora, que em sua mensagem de áudio falou da "beleza da fraternidade, e do dom da esperança e do amor que nos concedemos".
"Remover as lacunas entre vida e espiritualidade, relacionar-se com os outros de coração a coração, viver o espírito de amizade com São Francisco de Sales": os Salesianos Cooperadores (ASC), por meio de Marina e Andrea, garantirão que o que foi colocado em pauta durante estes Dias será o tema dos percursos de formação de seus Grupos. O mesmo vale para a Associação de Maria Auxiliadora (ADMA), em nome da qual Renato convidou "a ter mais relacionamento e menos tarefas. Fomos chamados à essência de sermos cristãos e à coragem de evangelizar estando 'desarmados', respeitando a liberdade a exemplo de São Francisco de Sales”.
Ex-alunos e ex-alunas enfatizaram a continuidade com o passado, mas com grande atenção aos novos sinais dos tempos. “Nossa responsabilidade é continuar a obra daqueles que vieram antes de nós; precisamos, entretanto, refletir sobre este passado enquanto nos é solicitado que compreendamos o futuro”, comentou do palco Bryan Magro, Presidente Confederal dos ‘Ex-Alunos de Dom Bosco’; enquanto Maria Carmen Castillon, Presidente Confederal dos Ex-alunos FMA, de Minnesota, afirma: “Nossa filiação à Família Salesiana não mudou e a pergunta que queremos responder é 'o que Dom Bosco diria hoje’, nas situações em que nos encontramos”.
A Responsável Maior das Voluntárias de Dom Bosco (VDB) identificou dois pontos: “Espiritualidade e interioridade verdadeira, para servir melhor, para humanizar as relações e discernir o significado da bondade para praticá-lo”.
"O trabalho de evangelização na sociedade japonesa é difícil, não é fácil superar o patamar da filantropia; mas continuaremos a comunicar o amor de Deus com coragem e paciência", disse a porta-voz das Irmãs da Caridade de Jesus, apoiada pela nova Madre Geral, Madre Emiliana Park, que citou o empenho missionário nos cinco Continentes, com as novas fronteiras no Sudão do Sul e Uganda: “Orgulho e responsabilidade também pelo surgimento de novas professas nesses países”.
Por fim, um grupo de trabalho heterogêneo, que incluiu Canção Nova e as Salesianas Oblatas do Sagrado Coração de Jesus, recomendou "o compromisso do coração para dar passos, ainda que pequenos, e implementar o que foi semeado, considerando também o campo social e político". A Fraternidade Contemplativa Maria de Nazaré sugeriu que "consideremos o mundo como nosso mosteiro, confiando na ação de Deus".
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